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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Vendas do Dia da Criança devem responder por R$ 3,5 bilhões



Previsão é do presidente da Abrinq, que aponta para crescimento do setor de 12% este ano


A indústria nacional do brinquedo deve faturar este ano algo em torno de R$ 9,5 bilhões, contra R$ 8,5 bilhões do ano passado, segundo Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq. As vendas da Semana da Criança devem chegar a R$ 3,5 bilhões, enquanto as do período natalino podem somar mais R$ 3 bilhões, perfazendo R$ 6,5 bilhões – pouco mais de 68% do movimento de todo o ano.

O presidente da entidade justifica o crescimento do setor motivado pela implantação do governo do brinquedo no processo educacional de 23 milhões de crianças; os mais de 1 mil lançamentos de brinquedos este ano; e o dólar mantido num patamar mais elevado. “Devemos tomar mais 5% de mercado dos chineses”, prevê.

Synésio Batista da Costa observa que há um aumento per capita nos últimos cinco anos. “Eram 6 brinquedos por ano por criança e agora chegamos a 7,2.” As fábricas, em número de 380, estão preparadas para abastecer os lojistas, informa o presidente da Abrinq. Ele acredita que o mercado pode fechar o ano com 55% de produção nacional contra 45% de importados.

As bonecas continuam representando a maior parte do negócio, com 18,1%, seguidas pelos veículos (carrinhos, motos, pistas), com 14,2%. Juntos, São Paulo (38,8%) e Rio de Janeiro (12,2%) respondem por mais de 50% das vendas de brinquedos no País.

Fonte: Primeira Página

terça-feira, 1 de abril de 2014

Presidente da ABRINQ recebe imprensa na véspera da feira



Synésio Batista da Costa almoçou com jornalistas em São Paulo e fez balanço da indústria de brinquedos


Um dia antes da abertura da ABRIN 2014, o presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (ABRINQ) recebeu a imprensa em almoço para fazer um amplo panorama do setor.

Entre os pontos destacados, Synésio Batista da Costa lembrou que o novo governo chinês vem desestimulando a indústria de brinquedos naquele país. Isso somado ao aumento do custo da mão de obra fez com que os preços ficassem menos atrativos para os importadores.

Por conta disso, já em 2013 houve crescimento da produção nacional sobre os importados e, segundo o dirigente, a ABRINQ dará início a um programa de substituição das importações junto às grandes redes. "Será nossa prioridade nos próximos anos", garantiu.

Synésio chamou também a atenção para fatores que beneficiaram a indústria nacional: o sucesso de licenciamento de alguns personagens brasileiros, ações da entidade junto ao governo para desonerar a produção, e os quase 1.400 lançamentos do ano que serão apresentados a partir do dia 1 de abril na ABRIN 2014.


Fonte: Primeira Página