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quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Brinquedos LEGO são utilizados em projeto educacional no interior de SP

Nilson Reis - coordenador do  Paulinia Stop Motion e alunos
                                                    
                                                        Nilson Reis - coordenador do  Paulinia Stop Motion e alunos


Escola Paulínia Stop Motion ensina gratuitamente crianças e jovens a produzirem filmes com a técnica de animação.


Na cidade de Paulínia (SP) os brinquedos LEGO são mais do que simplesmente peças de montar. Projeto iniciado em 2008, ensina gratuitamente crianças e jovens a produzirem filmes com a técnica de animação. O projeto criado pela Prefeitura de Paulínia beneficia alunos da rede municipal de ensino - a estimativa para 2014 é que aproximadamente 3.100 alunos participem das atividades.

Professor da rede municipal de Paulínia e coordenador da Escola de Stop Motion, Nilson Reis, diz que as crianças trabalham com roteiro, fazem animação, caracterização e ambientação de personagens através da releitura de contos e conhecem o funcionamento de uma produtora cinematográfica.



Em entrevista para o portal TV Brinquedos, Nilson Reis conta como começou o projeto, como funciona e aonde pretende chegar ao ensinar técnicas de animação a alunos das séries tão iniciais. Sobre a utilização de brinquedos LEGO como personagens, ele diz que, primeiramente, ''LEGO é muito atrativo. Acredito que não existe quem não goste de manuseá-los, independentemente da idade'' e completa, lembrando a vantagem de ao término de cada turma desmontar os cenários para utilizá-los nas novas turmas.

Veja na integra a entrevista no portal TV Brinquedos: 

http://www.tvbrinquedos.com.br/visualizar/brinquedos-lego-sao-utilizados-em-projeto-educacional-no-interior-de-sp


Contato : Projeto Paulínia Stop Motion
Coordenador: Nilson Reis (19) 39333887 e (19) 38744903
e-mail: stopmotion@paulínia.sp.gov.br
Fanpage: www.facebook/PaulíniaStopMotion
You Tube: Paulínia Stop Motion Lego


Fonte : TV Brinquedos

terça-feira, 24 de junho de 2014

Mulher de SP está no livro dos recordes com mais de 730 quebra-cabeças





Reportagem da TV Record mostra coleção de Luiza Figueiredo, a maior colecionadora de quebra-cabeças do Brasil



Reportagem da TV Record publicada em seu site revela que mulher moradora em São Paulo é a maior colecionadora de quebra-cabeças do Brasil. Luiza Figueiredo faz parte do livro Guiness (Livro de Recordes). A Luiza gosta tanto do desafio do jogo, que separou na sua casa um quarto para guardar todas as peças. Ela já coleciona 731 caixas de quebra-cabeças e cerca de 470 já estão montados.

"Hoje tenho 731 caixas de quebra-cabeças", diz ela, informando que tem de todas as partes do mundo - Estados Unidos, Colòmbia, China, Brasil. A amigos que viajam para o exterior ela pede para trazer como lembrança. Conta que começou a colecionar aos sete anos, quando ganhou o primeiro de presente da mãe.

Possui quebra-cabeça em 3D e uma cidade inteira montada com quebra-cabeças, em forma de bola, de globo terrestre, a Torre Eiffel e muitos outros. O maior quebra-cabeça montado por ela tem 8.000 peças.

Veja a reportagem na íntegra:

http://noticias.r7.com/balanco-geral/videos/conheca-a-mulher-que-entrou-para-o-livro-dos-recordes-com-incriveis-quebra-cabecas-17062014


Fonte: TV Brinquedos e R7

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Caem as importações e cresce a indústria nacional



Conjunto de fatores como o imposto de 35% para brinquedos acabados e aumento do custo da mão de obra chinesa, entre outros, levou à queda das importações ano passado e crescimento da indústria no Brasil



Desde 2011 as importações de brinquedos vêm decrescendo, segundo a Abrinq, baseada em dados do MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Passaram de 358.643.009 (preço FOB) em 2011 para 343.099.206 em 2012 (queda de 4,33%) e 316.829.105 (-7,66%) ano passado.

Em contrapartida, a importação de partes e peças, onde incide imposto de 2%, vem subindo desde 2011. Foi de 13.660.871 (FOB) em 2011 para 17.346.467 (aumento de 10,21%) em 2012 e 17.971.154 (+27,09%) ano passado.

A indústria de brinquedos deixou de ser interessante na China para o novo governo do país, informa o presidente da Abrinq, Synésio Batista da Costa, durante abertura da 31ª Abrin, dia 1º, no Expo Center Norte. O governo chinês fez chegar aos fabricantes que esse tipo de indústria dá muitos problemas, é cheio de regras e normas, além de certificações e auditorias diferentes em várias partes do mundo. “O namoro agora do governo é com a eletrônica, os têxteis e o esporte.”

“É um momento de fragilidade, com transferência de algumas fábricas para Índia e Vietnã, por exemplo, e isso demora uns dois anos, além do preço médio da importação ter crescido”, explica. “Está havendo melhoria da competição.”

Mercado interno
O mercado nacional de brinquedos este ano, segundo Synésio Batista da Costa, presidente da Abrinq, deve atingir algo em torno de R$ 9 bilhões no varejo. O ambiente do brinquedo, segundo ele, vem encontrando condições favoráveis no mercados interno.

De acordo com o dirigente, a política de partes e peças, no Mercosul, vem dando resultado, e os negócios saíram do zero ano passado para US$ 15 milhões comprados dos vizinhos.

No mercado interno, o fenômeno dos licenciamentos dos personagens Patati e Patatá e Galinha Pintadinha ajudaram a movimentar as vendas ano passado, e fundamentalmente as compras governamentais de brinquedos via MEC. “Para este ano, o volume é tão grande que nem a indústria esperava”, antecipa.



Fonte: Primeira Página

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Brasil precisa inovar em brinquedos, diz executivo da Ri Happy

Héctor Núnez

Preço alto e falta de inovação freiam a expansão do mercado de brinquedos no Brasil, afirma o presidente das redes Ri Happy e PBKids, Héctor Núñez.


Apesar do avanço médio anual de 14% na última década e do que Héctor Núñez descreve como "questão emocional" ("o latino adora presentear os filhos, mesmo se há crise"), o gasto per capita com brinquedos no Brasil é baixo.

E o último Dia da Criança apresentou o pior resultado de vendas do setor dos últimos anos, avanço de 3,15%. "O potencial é enorme, mas o mercado cresceria mais rapidamente se os produtos fossem mais acessíveis", diz Núñez, um cubano-americano de 51 anos que já dirigiu o Walmart Brasil.

Segundo a consultoria Euromonitor, o Brasil é o 19º país em gasto per capita anual com brinquedos, com US$ 80,6 (R$ 177). Japão e Reino Unido gastam, por exemplo, respectivamente US$ 420 e US$ 402,9 com brinquedos para crianças de até 14 anos.

Com quase 200 lojas, Ri Happy e PBKids detêm 23% de um mercado que movimentou R$ 8,7 bilhões em 2012 no país, se incluídos videogames. Considerando só brinquedos tradicionais, foram R$ 7,1 bilhões , 50% dos quais faturados no período entre Dia da Criança e Natal.

Engana-se, porém, quem acha que o problema é com importados, que perfazem hoje 55% das vendas, segundo a Abrinq, a associação do setor. "O preço alto tem a ver também com o custo de produção no Brasil", avalia.
Os impostos, afirma Núñez, pesam nas duas frentes. "O produto nacional também tem muito imposto."

O executivo vê a concorrência externa como principal incentivo para a qualidade da produção nacional subir.Mesmo assim, ainda falta inovação. "O Brasil é o quinto ou sexto maior polo produtor de brinquedos do mundo, mas representa apenas 1% das vendas globais", aponta. "É preciso mais investimento em inovação e qualidade, em brinquedos educativos."



Indagado por que brinquedos de sucesso fora do país demoram a chegar ao Brasil, Núnez diz que suas lojas estão sempre "procurando novidades". Cita a marca de brinquedos de madeira Melissa & Doug, que a Ri Happy começou a importar.


Fonte: Eduardo Anizelli/Folhapress

domingo, 27 de outubro de 2013

Brasil precisa inovar em brinquedos, diz executivo do setor

Héctor Núñez - Foto Site Ideia Sustentável 


Segundo a consultoria Euromonitor, o Brasil é o 19º país em gasto per capita anual com brinquedos, com R$ 177


Preço alto e falta de inovação freiam a expansão do mercado de brinquedos no Brasil, afirma o presidente das redes Ri Happy e PBKids, Héctor Núñez.
Apesar do avanço médio anual de 14% na última década e do que Núñez descreve como “questão emocional” (“o latino adora presentear os filhos, mesmo se há crise”), o gasto per capita com brinquedos no Brasil é baixo.

E o último Dia da Criança apresentou o pior resultado de vendas do setor dos últimos anos, avanço de 3,15%. “O potencial é enorme, mas o mercado cresceria mais rapidamente se os produtos fossem mais acessíveis”, diz.

Segundo a consultoria Euromonitor, o Brasil é o 19º país em gasto per capita anual com brinquedos, com US$ 80,6 (R$ 177). Japão e Reino Unido gastam, por exemplo, respectivamente US$ 420 e US$ 402,9 com brinquedos para crianças de até 14 anos.

Com quase 200 lojas, Ri Happy e PBKids detêm 23% de um mercado que movimentou R$ 8,7 bilhões em 2012 no país, se incluídos videogames. Considerando só brinquedos tradicionais, foram R$ 7,1 bilhões -50% dos quais faturados no período entre Dia da Criança e Natal.

“O Brasil poderia vender muito mais se tivesse produtos a preços mais acessíveis”, diz Núñez, um o cubano-americano de 51 anos que já dirigiu o Walmart Brasil.

Engana-se, porém, quem acha que o problema é com importados -que perfazem hoje 55% das vendas, segundo a Abrinq, a associação do setor. “O preço alto tem a ver também com o custo de produção no Brasil”, avalia.
Os impostos, afirma Núñez, pesam nas duas frentes. “O produto nacional também tem muito imposto.”

O executivo vê a concorrência externa como principal incentivo para a qualidade da produção nacional subir.Mesmo assim, ainda falta inovação. “O Brasil é o quinto ou sexto maior polo produtor de brinquedos do mundo, mas representa apenas 1% das vendas globais”, aponta. “É preciso mais investimento em inovação e qualidade, em brinquedos educativos.”

Indagado por que brinquedos de sucesso fora do país demoram a chegar ao Brasil, Núnez diz que suas lojas estão sempre “procurando novidades”. Cita a marca de brinquedos de madeira Melissa & Doug, que a Ri Happy começou a importar.

0 A 3 ANOS

Uma frente de expansão, avalia, é o segmento de 0 a 3 anos -estudos acadêmicos recentes têm ressaltado a importância dos estímulos à inteligência nessa fase, sobretudo com a brincadeira.

“O mercado de puericultura cresce 2,5 vezes mais do que o de brinquedos”, afirma, dizendo que a compra da PB Kids, que tem uma área com produtos para cuidados com bebês em muitas lojas, deixou claro o potencial.


Fonte: Folha de S.Paulo / Mercado / Mariana Barbosa / 25/10/2013.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Carlu cria linha de brinquedos especiais

Eventos Especiais




Lançamentos mostrados na feira, valorizam a socialização e atende segmento que conquista espaço nas lojas



Brinquedos educativos para inclusão social estão com demanda cada vez maior. A avaliação é de Clayton Ost, diretor geral da Carlu Brinquedos, quando promoveu os lançamentos da nova coleção na feira Abrin, a principal do setor. Ele foi entrevistado pela TV Brinquedos e falou sobre as novidades no estande da empresa.

''São brinquedos que vão se destacar e ter boa aceitação. Temos produtos adaptados para deficientes de visão e de audição'', comenta. Entre os produtos, destaque para o xadrez adaptado e a dama adaptada, mas a linha vai além disso. São produtos para pessoas com deficiência visual.

A Carlu está sempre preocupada com as futuras gerações, por isso expande sua linha de Inclusão social. E também, segundo Clayton, tem uma linha especial de  produtos religiosos. Ele cita: Quebra-Cabeça 3D Bom Pastor, Cruz do Pai Nosso e outros.  Os produtos foram para o varejo tão logo deixaram a fase de apresentação para profissionais da área.


Fonte: TV Brinquedos

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Brincadeira de Criança e seus brinquedos educativos

Eventos Especiais




Empresa ressalta, que para cada faixa etária é indicado um brinquedo que faz parte do mix



Cada faixa etária tem um tipo de brinquedo adequado, conforme o objetivo que se pretende: estimular a criatividade ou auxiliar na educação. É isto o que mostra a TV Brinquedos ao visitar o estande da empresa Brincadeira de Criança, que tem 30 lançamentos neste ano praticamente tudo para antes do Dia das Crianças.

O diretor comercial da Brincadeira de Criança, Claudio Machado, dá detalhes do que esperar para os próximos meses em termos de personagens na linha de brinquedos da empresa: “Para este ano trouxemos  a linha Galinha Pintadinha, a Turma da Mônica e Hello Kit”.

Ele diz que no catálogo estão “produtos que atingem o target de até 5 aninhos, brinquedos que ensinam as crianças o ABC, a somar e  a pintar. E a partir dos 6 anos temos a linha para um público que curte mais terror, filmes que estão em tendência, vampiros, monstros. São produtos mais elaborados para testar a capacidade da criança, que pode  inventar um roupinha, trocar a roupinha da boneca”

Claudio resume as linhas, sendo educativos para crianças de até 5 anos e criativos para quem tem acima dessa idade. A Brincadeira de Criança apresentou ao mercado, também a linha Brinkcolor, com brinquedos tradicionais. “Criamos um produto onde a criança pode inventar diversos desenhos. A criança pode usar a criatividade para se divertir”.


Fonte : TV Brinquedos


terça-feira, 13 de agosto de 2013

Estrela bate recorde e coloca no mercado mais de 200 brinquedos

Eventos Especiais





Super Autorama DMX e DiscoRobô dominaram a cena nas reportagens sobre a empresa


A TV Brinquedos percorreu o estande gigantesco da Estrela na Abrin 2013 e viu uma surpresa atrás da outra. Da mesma forma os visitantes que foram em busca de um dos 225 lançamentos da empresa na feira, também se surpreenderam. O diretor de marketing da Estrela, Aires Fernandes, falou à nossa reportagem que a empresa tem uma infinidade de brinquedos novos ''para o Dia das Crianças'' e ''até o fim do ano'', já de olho na vendas natalinas.

Aires Fernandes aponta um dos brinquedos que vão conquistar a criança e, por que não os pais saudosistas: o Super Autorama DMX. ''Os carros mudam de pista e dá para fazer ultrapassagens'',ressalta, mostrando um diferencial entre o brinquedo atual e o antigo.

Durante a Abrin o sucesso das emissoras de TV foi o robô que dança conforme a música, DiscoRobô. Ele não gosta de ficar parado. Basta ouvir uma música para o ''robô baladeiro'' começar a se mexer. Desenvoltura é o que não falta para esse brinquedo da Estrela.
Também atraiu muita atenção o Magic Jinn, uma raposa astuta que joga com a criança ou adulto e descobre o animal em que seu ''desafiador'' pensou. ''A criança pensa num animal e o Magic Jinn adivinha ", destaca Aires, ressaltando que as vendas no segundo semestre são o ''oxigênio'' do setor e da própria Estrela. A variedade da Estrela vai além de brinquedos novos eletrônicos, uma vez que bonecas, jogos de tabuleiro, carros a pilha, Ferrorama, fantasias e outros tradicionais também estão repaginados.




Fonte: TV Brinquedos